Hoje senti o vento, como nunca na minha vida havia sentido.
Ás seis da manhã, mais minuto menos minuto, cheguei a Mirandela, e ao sair da carrinha senti uma brisa que já não sentia à muito tempo, é a briza que diz:
-"Que raio vieste tu cromo, aqui fazer"?
- Brisa esperta, disse comigo, aquela hora!
-Mas o dia foi correndo, e a brisa amenizando, e eu pensando, afinal a brisa nem sempre está correcta, tem horas. Horas de certeza, horas de incerteza, e mais importante, as horas "dela", que nunca são certas.Mas todos nós sentimos a Briza, ainda que a alguns só bata de leve, e infelizmente esses, quase nunca a sentem.
-Amigos, virem as "VENTAS PARA O VENTO", que quando derem conta, essa briza, serena mas existente, vai por certo dar-vos outro alento e fazer-vos ver, o quanto a "BRIZA" é importante.
-Pergunta do dia ás minhas massas:
-Terão os golfinhos, um sexto SENTIDO?
-Assim me despeço, até amanhã, SE DEUS QUISER.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
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4 comentários:
Não me admira muito.
Por muito que achemos semelhanças, o vento é sempre diferente.
Passe um bom fim de semana.
Um abraço
Eu acredito que sim. E gostei da sua prosa, limpa e correcta!
Abraço
agradeço aos dois, a visita, deixa-me ainda com mais vontade de escrever, e tentar não decepcionar.
Podias ter escolhido outro vinho, mas a ESTEVA, da quinta da ferreirinha não deve ser mau. Este sábado vamos mandála abaixo!
Claro que vais ficar a dever duas ESTEVAS, porque eu...no final, tenho sempre razão!
1 abrç
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